
Em um anúncio dramático neste sábado (28 de fevereiro de 2026), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto durante uma ofensiva militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra alvos iranianos.
📌 O que Trump disse
Trump publicou em sua rede social que Khamenei foi uma das pessoas “mais malignas da história” e que sua morte representa “justiça para o povo do Irã e para muitas pessoas ao redor do mundo que sofreram por causa dele”.
Segundo o presidente norte-americano, Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos EUA e de Israel durante os ataques que destruíram o complexo onde o líder iraniano se encontrava.
Trump também afirmou que os bombardeios vão continuar durante a semana até que o objetivo declarado — de “paz no Oriente Médio e no mundo” — seja alcançado.
💥 A ofensiva militar
Os ataques, lançados por Israel e pelos EUA nas primeiras horas de sábado, visaram diversas instalações e lideranças iranianas, incluindo a sede do poder de Khamenei em Teerã.
Segundo relatos internacionais, as ofensivas deixaram centenas de mortos e mais de 700 feridos, com impactos significativos em áreas civis, incluindo uma escola atingida no sul do Irã.
🆚 Controvérsia e negações
Apesar das declarações de Trump e de autoridades israelenses de que Khamenei foi morto, o governo do Irã negou oficialmente a morte do aiatolá, afirmando que ele permanece “bem e seguro”.
Até o momento, não houve confirmação independente ou por veículos oficiais iranianos sobre a morte de Khamenei — aumentando a incerteza sobre a veracidade da informação.
📌 Quem foi Ali Khamenei?
Ali Khamenei, nascido em 1939, foi líder supremo do Irã desde 1989, acumulando poder político e religioso no país por quase quatro décadas. Ele tinha papel central na política externa iraniana e no apoio a grupos aliados na região.
Sua eventual morte, se confirmada, representa uma mudança geopolítica profunda no Oriente Médio, abrindo uma crise de sucessão e intensificando ainda mais as tensões entre potências mundiais e o Irã.
